Economista que não economiza em palavras... Porque mesmo sem motivo eu gosto de falar.
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
12 - 13.dez: Bologna
A Aline tinha me perguntado se eu não era estranho voltar a Bologna. Confesso que estava meio ansioso para chegar lá, ver como estávam as coisas...
Foi como mergulhar em um sonho muito bom. Caminhar pelos mercados, pelas pizzarias, pelas praças, pelas igrejas. Cada lugar tinha uma lembrança muito boa. A casa do Renatão e do Luisão, a Piazza del Nettuno, as Duas Torres, a faculdade de Ciência Política, as festas espanholas lá em casa, antes de sair.
Fui de novo na minha rua, passei pelo supermercado que eu ia, comi pizza no lugar de sempre, comi de sobremesa o crepe de sempre, fui a sorveteria de sempre e escolhi o sabor de sempre. Quase nada mudou, tudo está praticamente do jeito que estava há dois anos e meio atrás. A diferença agora eram os enfeites de Natal, a árvore ecológica em frente a Sala Borsa e o frio (mais inTENSO).
Fiquei na casa do Saulo, irmão do Fábio, da faculdade. Ele foi muito simpático, juntamente com os italianos que ele mora lá em Bologna. Assim que cheguei fomos almoçar na casa deles, junto com os italianos (e os gatos, tem 4 gatos super simpáticos e arteiros na casa!!!). Ficamos conversando um tempo, depois fomos passear. Voltei em todos os lugares.
A noite fomos numa festa espanhola. Sempre!! Os espanhóis estam por todos os lugares de Bologna (ainda!).
No outro dia fomos a um almoço brasileiro. Feijoada! Ummm! Depois ainda dei uma passadinha numa feira que rolava na Strada Maggiore e comi outro crepe de Kinder!



Com certeza foi uma das melhores viagens. Foi muito bom recordar de tudo, dos lugares, dos amigos, dos momentos vividos em Bologna. E confesso que fiquei mais triste em voltar para Leiden, dessa vez, do que quando estava voltando para o Brasil, em 2007.
Mas foi legal, Bologna será sempre um mundo encantado, único!
E foi bom rever os italianos. As mulheres arrumadas. A correria nas ruas do comércio. Os estudantes bebendo nas ruas. Os homens italianos dando uma de gostosões com as mulheres na rua. Os cachorros sujos. As pessoas tocando música na rua. Pessoas bebendo campari e fumando fora dos bares. O Soda Pops. Escutar as pessoas conversando na rua. Os jornais reclamando do Berlusconi. Enfim, a Itália!
Foi como mergulhar em um sonho muito bom. Caminhar pelos mercados, pelas pizzarias, pelas praças, pelas igrejas. Cada lugar tinha uma lembrança muito boa. A casa do Renatão e do Luisão, a Piazza del Nettuno, as Duas Torres, a faculdade de Ciência Política, as festas espanholas lá em casa, antes de sair.
Fui de novo na minha rua, passei pelo supermercado que eu ia, comi pizza no lugar de sempre, comi de sobremesa o crepe de sempre, fui a sorveteria de sempre e escolhi o sabor de sempre. Quase nada mudou, tudo está praticamente do jeito que estava há dois anos e meio atrás. A diferença agora eram os enfeites de Natal, a árvore ecológica em frente a Sala Borsa e o frio (mais inTENSO).
Fiquei na casa do Saulo, irmão do Fábio, da faculdade. Ele foi muito simpático, juntamente com os italianos que ele mora lá em Bologna. Assim que cheguei fomos almoçar na casa deles, junto com os italianos (e os gatos, tem 4 gatos super simpáticos e arteiros na casa!!!). Ficamos conversando um tempo, depois fomos passear. Voltei em todos os lugares.
A noite fomos numa festa espanhola. Sempre!! Os espanhóis estam por todos os lugares de Bologna (ainda!).
No outro dia fomos a um almoço brasileiro. Feijoada! Ummm! Depois ainda dei uma passadinha numa feira que rolava na Strada Maggiore e comi outro crepe de Kinder!
Com certeza foi uma das melhores viagens. Foi muito bom recordar de tudo, dos lugares, dos amigos, dos momentos vividos em Bologna. E confesso que fiquei mais triste em voltar para Leiden, dessa vez, do que quando estava voltando para o Brasil, em 2007.
Mas foi legal, Bologna será sempre um mundo encantado, único!
E foi bom rever os italianos. As mulheres arrumadas. A correria nas ruas do comércio. Os estudantes bebendo nas ruas. Os homens italianos dando uma de gostosões com as mulheres na rua. Os cachorros sujos. As pessoas tocando música na rua. Pessoas bebendo campari e fumando fora dos bares. O Soda Pops. Escutar as pessoas conversando na rua. Os jornais reclamando do Berlusconi. Enfim, a Itália!
11-12. dez: Venezia
Cheguei já bem tarde em Venezia. Os trens regionais da Itália são bem mais baratos, mas demoram bem mais. Mas para mim estava beleza, acho que até dentro do trem eu estava feliz por estar na Itália de novo :D
Quando cheguei ao albergue, achei o máximo o fato de que o carinha na recepção pensou que eu era italiano, porque eu falava muito bem (segundo ele) italiano! Yeeey!!! Deixei minha mochila no albergue (que por sinal, era excelente) e fui comer alguma coisa.
Eu já tinha estado em Venezia uma vez, no carnaval de 2007. Naquela vez eu já tinha adorado a cidade, mas confesso que dessa vez eu fiquei ainda mais encantado. A cidade estava vazia e, apesar do cansaço, caminhei por horas, me perdendo nas vielas de Venezia.

No outro dia acordei e fui passear. Caminhar, caminhar, caminhar. Me perder novamente. Dessa vez pude aproveitar bem mais a cidade, seus canais, seus caminhos, as lojinhas. Confesso que não me lembrava muito bem do Duomo, que é imprescionante por dentro. É todo dourado! Fui também ao Musei dei Dogi, muito intressante.


Peguei o vaporetto, queria ir até Murano (uma das várias ilhas de Venezia, aonde se fabricam vidros bastante típicos), mas desisti. Fiquei curtindo mais um pouco da Piazza San Marco e suas gôndolas "estacionadas".

À noite voltei para o albergue, aonde fiquei conversando com o atendente por um tempinho. No outro dia ia para Bologna! =)
Quando cheguei ao albergue, achei o máximo o fato de que o carinha na recepção pensou que eu era italiano, porque eu falava muito bem (segundo ele) italiano! Yeeey!!! Deixei minha mochila no albergue (que por sinal, era excelente) e fui comer alguma coisa.
Eu já tinha estado em Venezia uma vez, no carnaval de 2007. Naquela vez eu já tinha adorado a cidade, mas confesso que dessa vez eu fiquei ainda mais encantado. A cidade estava vazia e, apesar do cansaço, caminhei por horas, me perdendo nas vielas de Venezia.
No outro dia acordei e fui passear. Caminhar, caminhar, caminhar. Me perder novamente. Dessa vez pude aproveitar bem mais a cidade, seus canais, seus caminhos, as lojinhas. Confesso que não me lembrava muito bem do Duomo, que é imprescionante por dentro. É todo dourado! Fui também ao Musei dei Dogi, muito intressante.
Peguei o vaporetto, queria ir até Murano (uma das várias ilhas de Venezia, aonde se fabricam vidros bastante típicos), mas desisti. Fiquei curtindo mais um pouco da Piazza San Marco e suas gôndolas "estacionadas".
À noite voltei para o albergue, aonde fiquei conversando com o atendente por um tempinho. No outro dia ia para Bologna! =)
10.dez - Milano
Peguei o avião em Amsterdam, o que facilita em trezentos por cento a vida de viajar. Não precisa acordar muito cedo e passar horas no trem até outra cidade. O aeroporto de Amterdam fica a mais ou menos 20 minutos de Leiden.
Voo tranquilo, sentia saudades do sol. Fazia uns 10 dias que não o via aqui em Leiden!

A primeira sensação no aeroporto de Milano era de estar, novamente em casa. O cheiro dos biscoitos com açúcar e nutella, italianos falando freneticamente ao celular. Cosneguir ler uma placa e os cardápios nos restaurantes foi outra coisa que me deixou bastante feliz.
No ônibus até o centro da cidade, apesar do mega cansaço de uma noite quase não dormida, eu já estava bastante feliz. Música italiana no rádio. Italianas com cara de Laura Pausini. Italianos com óculos maiores que os meus. Senhoras fumando uns cigarros fininhos, típico da Itália. Ah, Itália!
Passei o resto da manhã e a tarde em Milano. Na verdade já conhecia a cidade, mas dei uma outra volta na cidade. Apesar do frio, o dia estava bem bonito. Tentei ir na Última Ceia, do Leonardo da Vinci, mas depois de caminhar por um longo período e me perder umas três vezes, descobri que era preciso fazer uma reserva. Perdi a caminhada, mas foi de boa.


A tardinha peguei o trem para Venezia, aonde dormiria aquela noite.
Voo tranquilo, sentia saudades do sol. Fazia uns 10 dias que não o via aqui em Leiden!
A primeira sensação no aeroporto de Milano era de estar, novamente em casa. O cheiro dos biscoitos com açúcar e nutella, italianos falando freneticamente ao celular. Cosneguir ler uma placa e os cardápios nos restaurantes foi outra coisa que me deixou bastante feliz.
No ônibus até o centro da cidade, apesar do mega cansaço de uma noite quase não dormida, eu já estava bastante feliz. Música italiana no rádio. Italianas com cara de Laura Pausini. Italianos com óculos maiores que os meus. Senhoras fumando uns cigarros fininhos, típico da Itália. Ah, Itália!
Passei o resto da manhã e a tarde em Milano. Na verdade já conhecia a cidade, mas dei uma outra volta na cidade. Apesar do frio, o dia estava bem bonito. Tentei ir na Última Ceia, do Leonardo da Vinci, mas depois de caminhar por um longo período e me perder umas três vezes, descobri que era preciso fazer uma reserva. Perdi a caminhada, mas foi de boa.
A tardinha peguei o trem para Venezia, aonde dormiria aquela noite.
sábado, 24 de outubro de 2009
Forza Italia!
Depois de tanto tempo, eu pensei que nada mais me surpreenderia da Italia.
Mas esse video eh simplesmente ooootimo! Eh por essas e outras que eu gosto da Italia. Olha que barango!
Mas esse video eh simplesmente ooootimo! Eh por essas e outras que eu gosto da Italia. Olha que barango!
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