Nossa, eu sou o mais elegante ever do time! E faço as melhores conexões na hora da foto! Bem do lado do diretor!
Sucesso!!!
Economista que não economiza em palavras... Porque mesmo sem motivo eu gosto de falar.
terça-feira, 14 de julho de 2015
Odiar é fácil, qualquer fuinha odeia. Dialogar tem sido para poucos
Leonardo Sakamoto
A esquerda foi para a rua na redemocratização do país e não saiu mais. Não pode se assustar, portanto, que a direita também esteja ocupando o espaço público. Pelo contrário, deveria achar isso saudável.
A histórica ausência de debate político nas ruas, criou alguns problemas. Por exemplo, a incapacidade de muita gente de separar o que é um discurso conservador (que tem suas pautas a respeito do papel do Estado) e os dodóis que, em número insuficiente para organizarem suas próprias manifestações, tentam empurrar um ato de terceiros para o fundo do poço com suas ideias que – não raro – vão contra a dignidade e a legalidade.
Se você acha que não dá para separar esses dois grupos: os conservadores e os dodóis, é porque precisa sair mais à rua.
Isto não é inédito aqui no blog, mas achei que valia o resgate.
A fuinha (Martes foina) é um mamífero carnívoro, que mede entre 40 a 50 cm, com cerca de 25 cm de cauda e pesando entre 1,1 e 2,5 kg. Não está em risco de extinção.
No primeiro grupo, colocaria um senhor, muito simpático, com quem travei um rápido diálogo em uma livraria. Ele veio até mim, disse que discordava dos pontos de vista deste blog e travou um debate cordial sobre o papel do Estado no desenvolvimento e sobre algumas liberdades individuais. Foi duro na argumentação mas, ao mesmo tempo, polido. Esperou para ouvir minhas considerações, e educadamente, se despediu.
No segundo, incluiria uma senhora que, no domingo de segundo turno, parou seu carro diante de mim, gritou “Volta pra Cuba!'', seguido de um elogio à minha progenitora, cuspiu em mim e saiu cantando pneu. Sorte que a mira dela era tão boa quanto o seu nível de cultura política.
Quanto mais a esquerda juntar esses dois grupos no mesmo balaio, mais eles vão se aproximar. Sei que PSDB e PT trouxeram muito lixo para perto de si como estratégia eleitoral (burra) e, agora, como diria Antoine de Saint-Exupéry, ambos são responsáveis por aquilo que seus marqueteiros cativaram. Mas eles também não são os demônios – apenas andaram invocando Bettle Juice vezes demais.
Mas nós (de esquerda, principalmente a não partidária) também precisamos fazer essa distinção no dia a dia. Caso contrário, por identidade reativa, jogaremos no colo dos amantes do ódio uma parcela da sociedade que apenas discorda de nós do ponto de vista ideológico.
E é isso o que desejam os dodóis, que insistem em batizar algumas atitudes criminosas de “reivindicações conservadoras''.
Pois uma coisa é um pensamento, que merece ser respeitado e, na minha opinião, questionado – quando for o caso – nas arenas de discussões. A outra é gente que acha que a Constituição é papel higiênico e as instituições democráticas – que levamos décadas para reconstruir – são um grande vaso sanitário de onde só exala fedor.
Reivindicações que incluem uma “intervenção militar constitucional'' (haha), o bloqueio da transformação do país em uma “ditadura gayzista e feminazi (hahahaha) e uma ação para evitar a “implantação do comunismo'' pelo partido que está no poder (kkkkkkkkkk…#morri). Em que país eles vivem?
Li, tempos atrás, um panfleto que dizia que o PT está rompendo com o capital, o que vai colocar o país em uma grave crise. Sério? Para com isso… Dá vergonha alheia! Desde quando o PT ou qualquer partido grande cria entraves para bancos, empreiteiras, empresas de telefonia e demais doadores de campanha?
Se o PT fizesse isso, eu promoveria três dias e três noites de balada open bar lá na casa dos meus pais, no Campo Limpo – porque dá para fechar com lona a garagem, botar umas caixas de som e umas luzes (#quemnunca).
É fundamental que ultraconservadores continuem mostrando sua cara e dizendo quem é. Como já disse aqui em outro texto, você não está cansado de ser xingado por anônimos na internet? Não tem curiosidade de saber quem prega a violência contra minorias? O que comem? Como vivem? Como se acasalam?
Uma das maiores consequências das manifestações de junho de 2013 foi trazer pessoas para ocuparem espaços públicos e darem suas opiniões que, antes, estavam restritas aos espaços privados.
Ruas, praças e avenidas não são apenas rotas de passagem de pedestres e automóveis, mas é onde se faz política e se exerce a cidadania. Que nos dediquemos a fomentar a cultura política e não apenas chamar o outro de inimigo. E, aos dodóis que ultrapassarem os limites democráticos, de forma analógica ou digital, a força da lei.
http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2015/07/12/odiar-e-facil-qualquer-fuinha-odeia-dialogar-tem-sido-para-poucos/
Lei Cristiano Araújo: projetos querem punir quem compartilha fotos de morto
Do UOL, em São Paulo 08/07/201520h23
Estão em tramitação no Senado e na Câmara dois projetos de lei envolvendo a repercussão da morte do cantor sertanejo Cristiano Araújo, que teve fotos e vídeos de seu cadáver compartilhados pela internet ou via aplicativos móveis.
O deputado Cesar Halum (PRB-TO) apresentou nesta terça-feira (7) um projeto na Câmara que pede a punição de quem "reproduz acintosamente, em qualquer meio de comunicação, foto, vídeo ou material que contenha imagens ou cenas aviltantes de cadáver ou parte dele."
De acordo com o político, o Código Penal atualmente só pune quem registra as imagens de cadáver e as pessoas que compartilham o conteúdo acabam ilesas. "O ato de divulgar as imagens é tão danoso quanto o ato de coletar a imagem", diz a justificativa do deputado Halum no projeto de lei.
Segundo Renato Leite, advogado especialista em direito digital, o projeto do deputado Halum tem uma redação muito aberta. "Uma possível consequência é que ela submeta pessoas a procedimentos criminais quando elas não tinham qualquer intenção de causar danos", explicou. Além disso, ressaltou, há o problema de identificar as pessoas que compartilharam o conteúdo. Atualmente, é difícil saber, por exemplo, que compartilhou determinado conteúdo via WhatsApp.
Já o projeto de lei 436, do senador Davi Alcolumbre (DEM-SP), quer elevar uma punição já descrita no Código Penal. Ele estabelece o aumento de pena de um a dois terços, se uma pessoa divulga ou expõe na internet fotos ou vídeos de cadáver. A proposta foi registrada na casa em 1º de julho, uma semana após a morte do cantor sertanejo.
"O projeto visa punir com maior rigor o agente que pratica o crime de vilipêndio a cadáver, expondo a imagem, foto ou vídeo, divulgando-a por meio da internet (inclusive aplicativos que permitam troca de dados, por exemplo, WhatsApp), redes sociais ou similares, bem como aquele que reincide no mesmo crime", diz a justificativa do senador para o projeto de lei.
Funcionários da Clínica Oeste, em Goiânia, contratada para a preparação do velório do cantor Cristiano Araújo, morto em um acidente de carro no dia 23 de junho, foram indiciados por "vilipêndio ao cadáver". Após a investigação, os envolvidos foram demitidos por justa causa.
Apesar de ambos proporem mudanças no Código Penal, o advogado Renato Leite considera que a alteração do Código Penal deve ser o último artifício, pois esses casos podem ser enquadrados como crime de vilipêndio ao cadáver.
http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/07/08/lei-cristiano-araujo-projetos-querem-punir-quem-compartilha-fotos-de-morto.htm
Toronto é bonitinha, mas seu Pan é ordinário
rodrigomattos
Toronto é uma cidade interessante para se passar férias: tem áreas de lazer bem-cuidadas, restaurantes e lojas atrativas, um clima muticultural e dizem até que uma paisagem exburante vista do lago. Para quem trabalha neste Pan-2015, no entanto, a experiência tem sido frustrante pelo excesso de falhas em quase todas as áreas de operação. Comparado com o Rio-2007, os canadenses tomam de goleada.
Ressalte-se que não falo do planejamento de obras, orçamentos e custos da competição. Neste quesito, nós, brasileiros, somos uma catástrofe. Estouramos contas de Pan-2007, da Copa-2014 e devemos repetir em Rio-2016. E os canadenses nos seguiram com o Pan mais caro da história.
Mas, na gestão do evento em si, o Brasil foi bem-sucedido nas duas últimas competições, ressalvada a falha de segurança no Maracanã na invasão dos chilenos. Bem diferente dos enrolados canadenses. Uma análise favorável a Toronto só se justifica por um deslumbramento com países desenvolvidos.
Vamos aos dados. Os ônibus da organização do Pan, quando aparecem, não têm hora para chegar. É comum o motorista sequer saber para onde está indo. Em uma cena recente, um colega ficou sem ônibus, sem táxi, por falha da organização. Resultado: um policial parou o ônibus regular para levá-lo.
É só uma das várias falhas, somadas à internet, placares, desorganização em geral. E não se trata de uma questão de falta de dinheiro já que Toronto gastou ainda mais do que o Rio em seu Pan. Os recursos foram quase inteiramente para a competição: a única melhoria para a cidade foi acelerar a reforma da área de lazer em frente do Lago Ontário. Não é a à toa que a maioria dos moradores se mostrava contrários à competição.
Você pode pensar que, como país de primeiro mundo, o Canadá não precisa se preocupar com isso porque tem sobra de dinheiro e uma cidade montada. Bem, o governo de Ontário, que bancou boa parte da festa, tem acumulado déficit. E a cidade está longe da perfeição.
No centro, são vários os mendigos na Yonge Street, o que mostra situação financeira complicada de certos cidadãos. As ruas nesta área são tão sujas quanto às das capitais brasileiras. O tráfego também se tornou uma questão séria na cidade. O sistema de transporte é eficiente, mas inferior ao de capitais europeias, com bondes lentos e ônibus velhos.
Claro, não comparo com os problemas que enfrenta o Rio, sede olímpica, que vive uma onda de violência, um estrangulamento do trânsito, pobreza em várias áreas da cidade, entre outros questões. Algumas dessas questões são enfrentadas também em São Paulo.
A questão é que, quando você olha de longe, a paisagem (ou skyline como gostam de dizer alguns) de Toronto vai parecer linda, mas não se enxerga dali os problemas nem do Pan, nem da cidade. Será o mesmo se uma pessoa for olhar o Rio de cima do Corcovado. Cabe a nós, brasileiros, sermos justos: temos vários problemas e erramos muito, mas não somos piores em tudo em relação a estrangeiros. Esse caso é um exemplo.
http://rodrigomattos.blogosfera.uol.com.br/2015/07/14/toronto-e-bonitinha-mas-seu-pan-e-ordinario/
quinta-feira, 9 de julho de 2015
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Vale a pena saber quem te deletou de uma rede social?
BRUNO FERRARI
07/07/2015 - 17h07 - Atualizado 07/07/2015 18h15
De tempos em tempos, aplicativos que identificam quem te excluiu de uma rede social voltam a fazer sucesso. O último deles, Who deleted me (Quem me deletou), foi tão falado esta semana que agora está com problemas para funcionar por não dar conta da quantidade de acessos. Há também programas similares que mostram quem parou de te seguir no Twitter.
Uma vez que você baixa um desses programas - seja no smartphone, seja no seu computador - a tarefa de checar quem rompeu laços virtuais contigo pode-se tornar uma rotina. Uma rotina um tanto doentia, se você parar para pensar. Minha sugestão é direta: não baixe aplicativos assim. Se já baixou, o melhor que você faz para a sua paz virtual é desinstalá-lo logo após terminar de ler este post.
"Nossa, que radical. Eu tenho nas minhas redes sociais as pessoas que gosto. As que eu aceitei apenas por conveniência farão um favor se me excluírem..."
E se não for uma pessoa dispensável? Se for uma pessoa que você realmente gosta? Um familiar querido? Um colega de trabalho? O chefe!? A simples descoberta de que alguém te excluiu pode desencadear uma série de dúvidas e percepções desnecessárias. Nem sempre a sua relação com as redes sociais é a mesma que a de seus contatos. Pode ser um problema, especialmente, se você leva sua vida nesses sites muito a sério. Há gente que tem um perfil no Facebook ou no Twitter, mas não está nem aí para o que está acontecendo com a vida alheia. Usa as redes sociais apenas para ficar por dentro das últimas notícias, jogar Candy Crush ou FarmVille. Deletar alguém, portanto, é uma forma de deixar esse ambiente "menos poluído" e não deve ser tratado como uma ofensa.
Uma menção honrosa ao Whatsapp. Da mesma forma como você achou por bem adicionar aquela pessoa a um grupo sem perguntar se ela queria estar nele, ela pode sair do grupo sem aviso prévio. Não é para ficar ofendido. Tem gente com fobia de notificações.
Rede social = bebida alcóolica
O mundo virtual ainda é um ambiente novo e anárquico para as relações humanas. As noções de bom senso variam de acordo com "n" fatores. Quem não tem um amigo que sempre pareceu sensato na "vida real" e que se transforma num radical xiita no Facebook? Quem não tem um tio que nas festas de família cativa a todos com suas histórias e que nas redes sociais vira um militante cego de um partido político afundado em corrupção? Quem nunca escreveu um post irritado sobre algum assunto e, minutos depois, apagou, com vergonha de se expor tanto para pessoas que nem sempre são íntimas?
É a tradicional analogia da rede social como bebida alcoólica. Tenho amigos que não bebem e que, no entanto, munidos de acesso a uma rede social, portam-se como o bêbado que xinga o garçom, quebra copo no chão e depois diz arrependido o "te considero pra caramba". É chato, mas às vezes acontece. Você não precisa terminar a amizade, mas pode evitar acompanhá-lo em "festas open bar". Excluir, nesse caso, é garantir que a relação no mundo real irá permanecer na mais perfeita paz.
Mas, ok, você não resistiu e decidiu usar a ferramenta por um tempo para descobrir quem te deletou. O que fazer depois da descoberta? Algumas perguntas que devem surgir: por que será que a pessoa fez isso? Vale a pena tocar no assunto pessoalmente? Não vai soar como algo invasivo? Como devo abordá-la? Será que foi alguma coisa que eu postei? O que, exatamente? Por que ela continua amiga virtual daquele fulano que ela nem gostava tanto?
Se você não instalar o aplicativo, vai evitar tudo isso. OIha que maravilha.
Desde que o mundo é mundo, pessoas vêm e vão nas nossas vidas. O afastamento, muitas vezes, é tão natural e imperceptível como foi o início da amizade. Faz parte do processo humano e da formação dos nossos círculos sociais. Robotizar isso com um aplicativo não me parece algo saudável.
http://epoca.globo.com/vida/experiencias-digitais/noticia/2015/07/vale-pena-saber-quem-te-deletou-de-uma-rede-social.html
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Despedida do Bruno
Não, não é a minha (ainda). Mas a do Bruno Chin, parceiro de P2P/
Bacana ver que podemos fazer a diferença, de alguma forma, na vida de alguém hehehe
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"sexta 26/06/2015 13:30
Bruno,
Bacana ver que podemos fazer a diferença, de alguma forma, na vida de alguém hehehe
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"sexta 26/06/2015 13:30
Bruno,
Vou sentir
falta de um companheiro de dança para as festa de empresa. Será que terá alguem
para me ajudar a animar as festas lá? Passamos bons momentos aqui na Monsanto e
muito divertidos. Outros momentos também foram de aflição e desanimo, mas
agradeço por sempre estar presente para me ajudar a ver o outro lado das
coisas. Aprendi também que para se fazer muitas coisas, é preciso sacrificar outras
e isso me ajudou a tomar decisões que na minha carreira.
Ainda vamos
nos falar muitas vezes, para contar coisas boas e a vezes para um ombro amigo,
mas obrigado por ter passado na minha vida.
Abraços e
até mais,
Bruno"
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