sexta-feira, 26 de junho de 2015

Disney joga seus vilões do abismo

Matias
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bruxa
Serial killer não é como chamamos assassinos que seguem um padrão? Então podemos enquadrar a Disney nesta definição, pelo menos no que diz respeito aos seus vilões: a grande maioria dos antagonistas dos longa metragens dos estúdios quase sempre morre por descuido ou acidente, deixando-se cair no abismo do final da história. Olha só essa montagem em que enfileiraram todos esses momentos num mesmo clipe:
Culpar a gravidade também é um bom jeito de lavar as mãos em relação a qualquer crime. Nesses casos acima, crimes perfeitos que resultaram em finais felizes.

http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/06/24/disney-joga-seus-viloes-do-abismo/ 

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Orfandades

IVAN MARTINS
24/06/2015 - 08h50 - Atualizado 24/06/2015 12h41

Quem ama cuida. Quem ama não se ausenta e nem se esquiva. Quando as coisas ficam difíceis, estica a mão, oferece o ombro, abraça e conforta. Quem ama se faz presente, não sai do ar. Às vezes se sacrifica. O amor tem uma cláusula de irrevogabilidade. Se foi revogado não é amor. Já era.
. (Foto: .)
Se isso lhe parece antigo, tem razão. As coisas não são mais assim. A modalidade de amor que praticamos é mais amena. Está ligada ao nosso futuro, à nossa carreira, a certa ideia de conforto e sucesso. É contingente. Virou uma forma de realização pessoal e social, não sentimento pelo qual pagamos um preço. Pelo amor não sacrificamos nada, só recebemos.
Desculpem se pareço triste, mas percebo ao meu redor - e dentro de mim - uma sensação pesada de orfandade, ligada à transitoriedade das coisas. Fui ver na internet e descobri que a palavra "órfão" vem do grego orphanos, que significa, literalmente, "privado" ou "desprovido". Não nos sentimos privados de proteção e carinho? Não estamos desprovidos da sensação de aconchego que torna a vida aprazível? Tudo a ver.
Sinto, na verdade, que vivemos orfandades simultâneas e múltiplas. A mesma tristeza que a morte dos pais provoca - a orfandade original - espalhou-se pela vida. Quando os amores terminam, quando os empregos acabam, quando as amizades estremecem, quando a família se afasta, nos sentimos da mesma forma: expostos e desprotegidos, solitários, à mercê do mundo... feito uma criança. Essas são as nossas orfandades.
Alguém dirá que sempre foi assim. Não creio. Havia no passado camadas de proteção entre o mundo e cada um de nós. Éramos parte de algo maior que nos abrigava. Hoje estamos sozinhos, ou quase. Há nosso amor, mas ele pode faltar. Existe a família, mas ela se resume a pais e filhos - um núcleo pequeno e frágil que pode a qualquer instante implodir. No trabalho, somos lutadores solitários. Em que parte do mundo nos juntamos a nossos iguais e nos sentimos parte de um todo? Nenhuma. Onde fica o oásis de paz e tranquilidade? Não há.
As relações afetivas já foram esse oásis, não são mais. Trocamos segurança por verdade e aventura. Somos deixados, trocados, esquecidos, superados. Assim como deixamos, trocamos, esquecemos, superamos. Muitas vezes. Tantas vezes. Tudo é intenso e provisório. Nada está assegurado. Não podemos realmente contar com isso. O que é sólido se desmancha no ar (para usar uma frase famosa) e avançamos - de cabeça erguida, em meio às nossas múltiplas orfandades, colhendo o riso e o gozo que se oferecem, retribuindo com a nossa alegria (que não morreu, hiberna apenas).
. (Foto: .)
Estamos à espera de tempos melhores. Depois do inverno, o verão. Depois da noite, o sol. Ao vazio do nosso luto - qualquer que seja a sua causa - sucederá a plenitude. 
Reencontraremos o amor, a direção, a unidade refeita com o mundo e com nós mesmos. Um amor virá depois do outro, e com ele a vida nova. Enquanto isso, a melancolia. O intervalo terrível. Enquanto isso, o frio.
Há que ter paciência, portanto. Com os nossos sentimentos. Com a vida que escolhemos viver. Há que sentir-se órfão antes de recomeçar e renascer.

http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2015/06/orfandades.html 

O que temos pra hoje é saudade

Nunca fui de ter ídolos na música.



Ok, na época de Xuxa ela até era hehehe mas eu era mto pequeno.



Mas agora não. Acho que é a primeira vez que um cara que eu gosto mto morre.



Uma pena, ele realmente era o melhor!! Tanto é que meu whatsapp não parou hoje um minuto! Todo mundo me perguntando se eu tava bem! Até parece que eu era da família!



Ainda bem que fui em vários shows dele! Definitivamente vai deixar saudade no sertanejo!









quinta-feira, 18 de junho de 2015

'Batalha de Henriques': G1 compara xarás que dominam sertanejo em 2015

Rodrigo OrtegaDo G1, em São Paulo

Um Henrique tem a música sertaneja mais vendida atualmente no iTunes Brasil. Outro Henrique tem o 2º canal de música mais visto na história do YouTube no país - só perde para Michel Teló, e já cresce sete vezes mais rápido que o líder. Anote esse nome (duas vezes): 2015 é o ano dos Henriques no sertanejo do Brasil.
Henrique & Diego, de Cuiabá, estão estourados com "Suíte 14", com participação de MC Guimê, atual campeã do gênero na loja da Apple. Já Henrique & Juliano, de Palmeirópolis (TO), têm como carro-chefe "Cuide bem dela", que supera 90 milhões de views no YouTube. O número se junta ao impressionante total de 630 milhões de views do canal oficial da dupla.
Basta digitar "henrique juliano diego" na busca do Twitter para ver quanta gente tem falado sobre as duplas. Muitas citações, porém, são de gente que assume não saber diferenciar um Henrique de outro, ou tenta corrigir amigos que fazem a confusão. O G1 resolveu mostrar quem é quem e comparar o sucesso atual dos Henriques. Veja abaixo.

Arte Batalha de Henriques (Foto: Arte/G1)

quarta-feira, 17 de junho de 2015